A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

POEMA O GRANDE PONTO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

O GRANDE PONTO

O grande ponto
Rocha de Oliveira
De bigode em contraponto
Entrava se sorriso, à maneira
Zincogravuras o argumento
Da sua encomenda sorrateira
O grande ponto
Dormia ali a sesta à maneira
Não acordava tonto,
Mas de forma fagueira
Solta sempre questão de pronto
Quem sabe tudo, ó figueira?
O grande ponto
Sempre na dianteira
Há apenas um advento
Sabemos nós todos, aqui na baleeira
Neste mundo, neste aposento
A meta verdadeira
O grande ponto

Daniel Costa

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

POEMA BRUMAS DA MEMÓRIA

tonalizante em luzes - Pesquisa Google

BRUMAS DA MEMÓRIA

Brumas da memória
Realizações presentes
Permanente história
Troféus reluzentes
Mediática alegoria
Ilustrando ambientes
Ilustração de magia
Memórias ardentes
Brumas da memória
Desejos cadentes
Recusa de glória
Acenos pertinentes
Procurando sabedoria
Sabedorias relevantes
Encantadora teoria
Transmissões clarividentes
Brumas da memória

Daniel Costa

sábado, 7 de outubro de 2017

POEMA ANJO DAS FRAGAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

ANJO DAS FRAGAS

Anjo das fragas
Anjo da felicidade
Projectando bagas
Visando a afabilidade
Amores de magas
 Deusas de apostolicidade
Carinhosas sagas
Refrescante atomicidade
Congruentes éclogas
Amores de claridade
Anjo das fragas
Poeta e musa
Encontro de autenticidade
De carinho de delongas
 Anjo observando com ternura e deidade
Carinho de musas fidalgas
Doçura de espontaneidade
A presença do anjo abre nesgas
Oferecendo festividade
Amadas pitangas
Ternuras de graciosidade
Anjo das fragas

Daniel Costa

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

POEMA SETE - MAIS SETE

Amarelo para um look bem alegre

SETE – MAIS - SETE

Sete - mais - sete
Reencarnado a primeira vez
Dezassete após, como ariete
Remoçado, o freguês
Chega a década de manchete
Década de enorme lucidez
Sete – mais - sete
Década de realizações e languidez
Número sete pressagia brilharete
Repetido, representa solidez
Imaginária comemoração com beberete
Programada e atempada sensatez
Sete – mais - sete
Finita a excelsa timidez
Fogosidade de ginete
Brilho de embriaguez
Altivez e tranquilidade de lembrete
Cultura de honradez
Sete – mais – sete

Daniel Costa

sábado, 30 de setembro de 2017

POEMA MULHER CORAÇÃO


MULHER CORAÇÃO

Mulher coração
Flor de doçura
Estribilho de canção
Oração de ternura
Corda de vibração
Eco de frescura
Motivo de palpitação
Desvelo de aura
Mulher coração
Revelação de cinzeladura
Desvelo de condecoração
Novelo de bordadura
Horizontes de vibração
Visão de estatura
Olhar de ordenação
Estatuto de iluminura
Mulher coração
Flor de doçura

Daniel Costa


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

POEMA QUANTO CUSTA A SAUDADE?

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QUANTO CUSTA A SAUDADE?

Quanto custa a saudade?
Sentimento bem português
Clamor de imortalidade
 Choradinho do fado, igualha de burguês
Balbucio de afabilidade
Com gemidos e ais a persegues
Quanto custa a saudade?
Tu que a vives e segues!
Sustentando a ansiedade
Com os sonhos consegues
Dando-lhe olor e a aromaticidade
Ainda que humor empregues
Quanto custa a saudade?
Sustentada a salamaleques
Aguardada no cais da capacidade
Dos sempiternos destaques
Desejando com compatibilidade
Semi - deus dos baluartes
Quanto custa a saudade?

Daniel Costa



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

POEMA PAULA OLIM

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

PAULA OLIM

Paula Olim
De leão signo
Mulher… canteiro de jardim
Íntimo fidedigno
Sensibilidade de flor carmim
Exprimindo alegria de viver… benigno
Centelha de calor… assim
Da época de Verão desígnio
Paula Olim
 Nome luminoso, divodigno
Mãe extremosa, outrossim
Natureza de reconfortante badalar de sino
Brilhante ainda, que fosse em Benim
 Mulher hino
Pensamento de amor de Berlim
Flor, amor de felinos mitológicos…  destino
Paula Olim
Deusa do lar de beleza e tino
Paula Olim

Daniel Costa

sábado, 23 de setembro de 2017

POEMA MERIDIANO DO AMOR

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MERIDIANO DO AMOR

Meridiano do amor
Do céu escolhi a estrela
Olho para ela com ardor
Olho-a como aguarela
De brilho encantador
De encantada Cinderela
Meridiano do amor
Saborosa macieza de avelã
Doçura de primor
Ternura de capela
Adorável beleza interior
Tenor de zarzuela
Meridiano do amor
Encantada donzela
Anjo madrugador
Arcanjo de beleza de tela
Amo-a com carinho de vigor
Velo-a como fora sentinela
Meridiano do amor

Daniel Costa

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

POEMA ANJO DELICADO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
ANJO DELICADO

Anjo delicado
Passadeira aveludada
Bordada a prateado
Eternidade sagrada
Reluzente pontificado
Bastão de jornada
Anjo delicado
Sorriso de fada
 Levemente amendoado
Veste doirada
Pela humanidade apaixonado
Serenidade gravada
Anjo delicado
Missão programada
Teor apurpurado
De coros rodeada
Terno bailado
Bondade declarada
Anjo delicado

Daniel Costa


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

POEMA A ÚLTIMA ENGUIA

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A ÚLTIMA ENGUIA

A última enguia
A conhecer o cabaço
Eça da exéquia
Fim reprodutivo baço
Poço de pequena fasquia
Reprodução no espaço
Verdadeira relíquia
Na courela do pedaço
O poço servia de lavandaria
A então límpida água, o esboço
Transportada, na horta evoluía,
No cabaço, como maquia
Viajava a água como em saco
Representava grito de aleluia
Um grito em traço
Quando havia despejo, surgia guia
Cardápio – ricaço
Almoço: caldeira de enguia
Acabou no cabaço, naquele dia
A história da última enguia

Daniel Costa